O PODER DA COMUNICAÇÃO
Assista esse vídeo de Lair Ribeiro:
INTRODUÇÃO:
A comunicação objetiva, primordialmente, o entendimento entre as pessoas.
Ela tem papel preponderante em toda sociedade, seja na forma não-verbal,
com gestos, sons, imagens ou outros, seja na verbal, com a oralidade ou o seu
código substitutivo escrito. Isso porque, desde os tempos imemoriais, o homem
emprega, em primeiro lugar, a expressão oral e depois a escrita.
Sabe-se que atualmente, no Brasil, o mercado de trabalho valoriza muito o
profissional que consegue agregar aos seus conhecimentos específicos a facilidade
de comunicação através da expressão, escrita e oral, em língua portuguesa.
Em vista disso, pretende-se apresentar, neste artigo, algumas considerações
básicas sobre a importância da organização das idéias para que se efetive a
comunicação, seja ela escrita ou oral.
Como a maioria das categorias profissionais tem necessidade de associar o
domínio da expressão escrita com a oral, é obrigação de quem se prepara para
ter boa atuação no mercado atender às exigências deste. Para um profissional
qualificado, a comunicação através da expressão verbal pode ser, muitas vezes,
a chave para abrir ou fechar o mercado de trabalho. Ela funciona como um
diferencial competitivo para se granjear uma imagem positiva sobre si mesmo.
Em virtude disso, o desafio é saber empregar os vocábulos certos, a concordância,
a regência e a pontuação ou entonação adequadas para expressar as idéias
de maneira clara, concisa e criativa, nas formas escrita ou oral, de acordo com a
situação. Apesar da rapidez característica dos tempos modernos, em todos os setores,
ainda não existem fórmulas mágicas para aprender a falar e escrever bem.
Antes de tudo, importa a conscientização de que se deve ter muita paciência
e boa vontade para romper determinadas barreiras criadas em torno do aprendizado
da língua portuguesa no Brasil. Sob a alegação de que a língua portuguesa
é muito difícil, não se procura vencer as dificuldades encontradas para adquirir o
domínio da escrita e da fala.
Tal justificativa não tem fundamento, tendo em vista o grande número de
pessoas que se preocupa com falar e escrever fluentemente uma língua estrangeira
(difícil ou não), preterindo a língua materna, usada para se comunicar
diuturnamente. Esquece-se de que a língua portuguesa é a língua oficial do Brasil
e também a representação da cidadania do seu povo.